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		<title>Usar acentos em uma mensagem SMS faz aumentar o seu tamanho.</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jul 2011 18:53:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você escreve muitos torpedos todos os dias, mas estranha que sua operadora anda cobrando “em dobro” pelas mensagens, mesmo você enviando somente uma a cada vez? Pois saiba que o culpado deste aumento imprevisto na fatura pode ser os acentos que você usa nas palavras. &#160; Uma mensagem SMS possui um limite de 160 caracteres;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você escreve muitos torpedos todos os dias, mas estranha que sua operadora anda cobrando “em dobro” pelas mensagens, mesmo você enviando somente uma a cada vez? Pois saiba que o culpado deste aumento imprevisto na fatura pode ser os acentos que você usa nas palavras.<span id="more-161"></span></p>
<p><a href="http://fox-one.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/smsacentos2.png"><img class="alignleft size-full wp-image-162" title="smsacentos2" src="http://fox-one.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/smsacentos2.png" alt="" width="480" height="434" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma mensagem SMS possui um limite de 160 caracteres; se você mandar mais que isso, a operadora irá dividi-la automaticamente em dois (ou mais) torpedos, sem nenhum aviso ou autorização. Por isso, o controle do número de letras deve ser do próprio usuário.</p>
<p>Alguns aparelhos trazem  incorporada a prática função de contagem de caracteres. Isso é muito útil para sabermos o quanto ainda podemos escrever, e ao mesmo tempo nos alerta de um detalhe importante: letras acentuadas ocupam mais espaços na mensagem do que os olhos veem.</p>
<p>Isso porque o sistema usa códigos adicionais para indicar que um caracter leva acento. Devido a isso, ao acentuar uma palavra é possível perceber que o limite disponível cai de 160 para 70, ou seja, menos da metade. Esta é a razão dos mais distraídos acabarem enviando duas mensagens no lugar de uma.</p>
<p>Isso não acontece apenas com o iPhone, é um “problema” do próprio sistema atual de SMS e portanto ele atinge todos os smartphones.</p>
<p>Curiosamente, a letra acentuada “<strong>é</strong>” não altera o número máximo do contador. Bug ou feature?</p>
<p>A dica é procurar <strong>não acentuar</strong> seus torpedos, ou quando o fizer, ter controle do limite de caracteres escritos na mensagem. <img src="http://blogdoiphone.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif" alt=";)" /></p>
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		<title>iPad 2: será que agora vale a pena?</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jun 2011 17:46:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Android]]></category>

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		<description><![CDATA[Ok, sabemos que não falamos muito do iPad, mesmo ele sendo o causador de toda a onda de tablets que estamos vivendo. Em parte por ele ser um produto da Apple (e todos os produtos deles custam muito mais do que valem de fato) e em parte pelo sistema operacional “fechado” e toda a censura]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ok, sabemos que não falamos muito do iPad, mesmo ele sendo o causador de toda a onda de tablets que estamos vivendo. Em parte por ele ser um produto da Apple (e todos os produtos deles custam muito mais do que valem de fato) e em parte pelo sistema operacional “fechado” e toda a censura da Apple em relação aos aplicativos da App Store. Mesmo assim, não poderíamos deixar de comentar o lançamento do tão esperado iPad 2.</p>
<p><span id="more-155"></span></p>
<p><a href="http://fox-one.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/ipad2.jpg"><img class="alignleft" title="ipad2" src="http://fox-one.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/ipad2-300x241.jpg" alt="" width="300" height="241" /></a>Com seu design ultrafino (apenas 8,8mm de espessura) e 100g mais leve que a primeira versão, o iPad impressiona. Mas desta vez o encanto não é tão grande quanto o da primeira versão. Tentando correr atrás dos concorrentes, o iPad 2 tem duas câmeras (uma frontal e uma traseira, que filma em HD), um processador de 2 núcleos e saída HDMI. Nada de inovador, se considerarmos que todos os tablets que sairão (e o Xoom, que já saiu) com Android 3.0 possuem essas especificações mínimas (além de entrada USB, algo que a Apple parece não achar importante) e custarão aproximadamente o mesmo preço do iPad. Embora Steve Jobs tenha dito que esse será o ano do iPad 2, e não das “cópias”, seu aparelho copiou grande parte das especificações da concorrência.</p>
<p>Mas então, será que vale a pena? O site IDG Now fez um<a href="http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2011/03/04/comparativo-ipad-2-vs-motorola-xoom/" target="_blank"> comparativo entre o iPad 2 e o Xoom</a>, da Motorola. Embora o iPad possua mais aplicativos disponíveis, devemos levar em conta que o Honeycomb acabou de ser lançado e já vimos que as possibilidades desse novo sistema são incríveis, mas as desenvolvedoras precisam de tempo para começar a usar todos os recursos da nova versão do Android. Quanto às câmeras, o iPad agora possui uma câmera frontal para videochamadas (FaceTime), mas assim como no iPhone 4, esse aplicativo só permite ligações entre aparelhos Apple (iPhone, iPad, iPod Touch e Macs). Ou seja, você e seus amigos/família têm que possuir um aparelho da Apple para usar o recurso, enquanto o Android, por meio de aplicativos como o <a href="http://www.fring.com/">Fring</a>, permite fazer videochamadas para qualquer PC ou outro aparelho com o Fring instalado.</p>
<p>Talvez a verdadeira novidade do lançamento do iPad 2 seja a Smart Cover, a capinha inteligente do iPad, lançada pela própria Apple. Com uma “tecnologia magnética inteligente”, o iPad reconhece quando a capa é fechada, entrando em modo de hibernação. Do mesmo modo, ao abrir a capa o iPad é imediatamente ligado. Além disso, a Smart Cover se dobra e forma um suporte para digitar, ver vídeos ou utilizar o FaceTime no iPad. <a href="http://www.apple.com/ipad/smart-cover/" target="_blank">Veja a capinha em ação</a>.</p>
<p>Resumindo: vale a pena comprar um iPad 2? Depende: se você já tem outros produtos da Apple e seus amigos também, pra poder aproveitar todas as funcionalidades do aparelho, então você certamente comprará um iPad 2. Se você é um geek, sem dúvida espere pelos tablets com Android 3.0 (você não irá se arrepender). Se você é uma pessoa que está pensando em comprar seu primeiro tablet, não gaste R$2000 em um aparelho que talvez você nem use (ou use só pra jogar Angry Birds): compre um Apad, Epad ou similares, você pagará beeem menos e poderá ver se consegue se acostumar com um tablet. Aí sim, depois de se acostumar e o Apad for pouco pra você, pense em gastar um pouco mais e compre um tablet de última geração.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O QUE É BENCHMARKING?</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Feb 2011 14:30:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Os Japoneses têm uma palavra chamada “dantotsu” que significa lutar para  tornar-se o &#8220;melhor do melhor&#8221;, com base num processo de alto aprimoramento que consiste em procurar, encontrar e superar os pontos fortes dos concorrentes. Esse conceito enraizou-se numa nova abordagem de planejamento estratégico. Durante a última década, ele tem produzido resultados impressionantes em companhias]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os Japoneses têm uma palavra chamada <strong><em>“dantotsu”</em></strong> que significa lutar para  tornar-se o <em>&#8220;melhor do melhor&#8221;</em>, com base num processo de alto aprimoramento que consiste em procurar, encontrar e superar os pontos fortes dos concorrentes.<span id="more-151"></span></p>
<p><a href="http://fox-one.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/benchmarking.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-152" title="benchmarking" src="http://fox-one.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/benchmarking.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Esse conceito enraizou-se numa nova abordagem de planejamento estratégico. Durante a última década, ele tem produzido resultados impressionantes em companhias como a Xerox, a Ford e a IBM e é conhecido como <em>Benchmarking</em>.</p>
<p><em>Benchmarking</em> é um processo contínuo de comparação dos produtos, serviços e práticas empresarias entre os mais fortes concorrentes ou empresas reconhecidas como líderes. É um processo de pesquisa que permite realizar comparações de processos e práticas <em>&#8220;companhia-a-companhia&#8221;</em> para identificar o melhor do melhor e alcançar um nível de superioridade ou vantagem competitiva. </p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="49%" valign="top"><strong>Benchmarking é&#8230;</strong></td>
<td width="49%" valign="top"><strong>Benchmarking não é&#8230;</strong></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">um processo contínuo</td>
<td valign="top">um evento isolado</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">uma investigação que fornece informações valiosas</td>
<td valign="top">uma investigação que fornece respostas simples e &#8220;receitas&#8221;</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">um processo de aprendizado com outros</td>
<td valign="top">cópia, imitação</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">um trabalho intensivo, consumidor de tempo, que requer disciplina</td>
<td valign="top">rápido e fácil</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">uma ferramenta viável a qualquer organização e aplicável a qualquer processo</td>
<td valign="top">mais um modismo da administração</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong></strong><em>Benchmarking</em> surgiu como uma necessidade de informações e desejo de aprender depressa, como corrigir um problema empresarial.</p>
<p>A competitividade mundial aumentou, acentuadamente nas últimas décadas, obrigando as empresas à um contínuo aprimoramento de seus processos, produtos e serviços, visando oferecer alta qualidade com baixo custo e assumir uma posição de liderança no mercado onde atua. Na maioria das vezes o aprimoramento exigido, sobretudo pelos clientes dos processos, produtos e serviços, ultrapassa a capacidade das pessoas envolvidas, por estarem elas presas aos seus próprios paradigmas.</p>
<p>Na aplicação do <em>Benchmarking</em>, como todo o processo, é preciso respeitar e seguir algumas regras e procedimentos para que os objetivos sejam alcançados e exista uma constante melhoria do mesmo. Neste processo existe um controle constante desde sua implantação (plano do processo) até a sua implementação (ação do processo).</p>
<p>A empresa interessada em implantar <em>benchmarking</em> deve analisar os seguintes fatores: ramo, objetivo, amplitude, diferenças organizacionais e custos, antes da definição ou aplicação do melhor método, pois cada empresa individualmente tem as suas necessidades que devem ser avaliadas antecipadamente à aplicação do processo.</p>
<p>Outra vantagem do <em>benchmarking</em> é a mudança da maneira de uma organização pensar sobre a necessidade para melhoria. <em>Benchmarking</em> fornece um senso de urgência para melhoria, indicando níveis de desempenho atingidos previamente num processo de parceiro do estudo. Um senso de competitividade surge à medida que, uma equipe, reconhece oportunidades de melhorias além de suas observações diretas, e os membros da equipe tornam-se motivados a se empenhar por excelência, inovação e aplicação de pensamento inovador a fim de conseguir sua própria melhoria de processo.</p>
<p>É necessário que as organizações que buscam o <em>benchmarking</em> como uma ferramenta de melhoria, assumam uma postura de &#8220;organização que deseja aprender com os outros&#8221; para que possa justificar o esforço investido no processo, pois essa busca das melhores práticas é um trabalho intensivo, consumidor de tempo e que requer disciplina. Portanto, <em>benchmarking</em> é uma escola onde se aprende à aprender.</p>
<p>Saber fazer e adaptar <em>benchmarking</em> no processo da organização pode nos permitir vislumbrar oportunidades e também ameaças competitivas, constituindo um atalho seguro para a excelência, com a utilização de todo um trabalho intelectual acumulado por outras organizações evitando os erros é armadilhas do caminho.</p>
<p>Mais do que uma palavra mágica, o <em>benchmarking</em> é um conceito que está alterando consideravelmente o enfoque da administração, onde o mesmo é composto de atributos que determinarão o sucesso ou ainda a sobrevivência das empresas.</p>
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		<title>Como solicitar um e-mail@facebook.com?</title>
		<link>http://fox-one.com.br/blog/?p=149</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Jan 2011 19:44:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Fuça daqui, fuça dali, vira a rede social do avesso e… nada. Não há nenhum link aparente que leve para qualquer página, com exceção do blog oficial, com informação sobre o novo serviço de mensagens do Facebook? Não há mesmo? Bom… Ontem, alguns jornalistas americanos que participaram do lançamento do produto nos Estados Unidos começaram]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fuça daqui, fuça dali, vira a rede social do avesso e… nada. Não há nenhum link aparente que leve para qualquer página, com exceção do blog oficial, com informação sobre o novo serviço de mensagens do Facebook?</p>
<p>  <span id="more-149"></span>
<p>Não há mesmo? Bom… Ontem, alguns jornalistas americanos que participaram do lançamento do produto nos Estados Unidos começaram a divulgar o endereço <a href="http://www.facebook.com/about/messages">www.facebook.com/about/messages</a> como um atalho para solicitar o seu email@facebook.com. Nela, além de informações sobre o serviço, o integrante da rede social encontra um botão para solicitar um convite e começar a usar o serviço.</p>
<p><img title="Screen shot 2010-11-16 at 11.04.30 PM" alt="Screen shot 2010-11-16 at 11.04.30 PM" src="http://idgnow.uol.com.br/blog/circuito/files/2010/11/Screen-shot-2010-11-16-at-11.04.30-PM.png" width="414" height="317" /></p>
<p>&#160;</p>
<p><img title="Screen shot 2010-11-17 at 8.41.54 AM" alt="Screen shot 2010-11-17 at 8.41.54 AM" src="http://idgnow.uol.com.br/blog/circuito/files/2010/11/Screen-shot-2010-11-17-at-8.41.54-AM.png" width="273" height="363" /></p>
<p>Para entrar na página, basta ter feito login no serviço e digitar o endereço. Como vocês podem perceber, a área já está devidamente traduzida para o português.</p>
<p>Uma vez feita a solicitação, o botão será substituído por uma mensagem avisando que, em breve, você receberá o seu convite. Ah! O breve não é tão breve assim. Fiz minha solicitação ontem, no fim do dia, e ainda não recebi nenhuma comunicação do serviço, além da mensagem na própria tela.</p>
<p><img title="Screen shot 2010-11-17 at 8.42.16 AM" alt="Screen shot 2010-11-17 at 8.42.16 AM" src="http://idgnow.uol.com.br/blog/circuito/files/2010/11/Screen-shot-2010-11-17-at-8.42.16-AM.png" width="289" height="376" /></p>
<p>Se tudo correr bem, logo terei um endereço de e-mail que irá corresponder ao meu nome de usuário público no Facebook. Algo como:</p>
<p>Profile: facebook.com/ <strong>username</strong> Perfil: facebook.com / <strong>username</strong>     <br />Email: <strong>username</strong> @facebook.com E-mail: <strong>username@facebook.com</strong></p>
<p>É esperar para ver.</p>
<p>Fonte: idgnow</p>
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		<title>10 razões para adotar redes sociais nas empresas</title>
		<link>http://fox-one.com.br/blog/?p=144</link>
		<comments>http://fox-one.com.br/blog/?p=144#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 13:45:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas empresas tem receio de utilizar redes sociais dentro das empresas alegando que haverá queda na produtividade de seus funcionários. Isso prova, como sempre, que as pessoas preocupam-se mais em identificar os problemas do que em enxergar as oportunidades presentes em certas decisões. Esse tipo de pensamento focado apenas no problema faz com que as]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas empresas tem receio de utilizar redes sociais dentro das empresas alegando que haverá queda na produtividade de seus funcionários. Isso prova, como sempre, que as pessoas preocupam-se mais em identificar os problemas do que em enxergar as oportunidades presentes em certas decisões. Esse tipo de pensamento focado apenas no problema faz com que as empresas substimem a capacidade criativa, de mobilização e criatividade coletiva das pessoas dentro das empresas.</p>
<p><span id="more-144"></span></p>
<p><a href="http://fox-one.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/0000075814.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-145" title="0000075814" src="http://fox-one.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/0000075814.jpg" alt="" width="300" height="170" /></a></p>
<p>A realidade das empresas mudou. A competição é muito maior do que no século passado e isso faz com que a inovação seja a principalmente competência a ser desenvolvida pelas empresas. Inovação que deve vir de todos os lugares da empresa. A emrpresa deve buscar conhecimento onde quer que ele esteja, seja dentro ou fora da empresa. Alguns dizem que ela deve ser “chuveiro” (de cima para baixo), outros dizem que deve ser “bidê” (de baixo para cima), mas o importante é que ela seja do tipo “hidromassagem” (de todos os lados).</p>
<p>Mauro Segura, consultor da IBM, revelou o resultado de uma pesquisa que a própria IBM faz regularmente, chamada “<strong><em>CEO study &#8211; The enterprise of the future</em>”. O estudo apontou 5 tendências:</strong></p>
<p><strong>- As empresas serão ávidas por mudança;</strong></p>
<p><strong>- Inovação de fora para dentro;</strong></p>
<p><strong>- Empresas globalmente integradas;</strong></p>
<p><strong>- Disruptivas por natureza;</strong></p>
<p><strong>- Pensam na sustentabilidade e no longo prazo;</strong></p>
<p>Diante desse cenário, <strong>as empresas devem basear suas ações no desenvolvimento do seu capital intelectual a fim de criar uma cultura de inovação </strong>em que todos sintam que são livres para expor suas idéias. Para isso, é preciso dar voz as conversas existentes dentro das organizações. Nesse sentido, as redes sociais são ótimas ferramentas para criar esse ambiente de conversas dentro das empresas, pois ela aproxima as pessoas e facilita a conexão entre pessoas com interesses comuns e que poderiam compartilhar ideias.</p>
<p>Nesse sentido, <strong>Mauro apresenta as 10 razões para se adotar redes sociais dentro das empresas:</strong></p>
<p>- <strong>Acesso rápido e fácil ao conhecimento</strong>: com as ferramentas atualmente existentes, é muito fácil criar um ambiente onde as pessoas possam discutir, apresentar suas idéias e registra-las para outras pessoas consultarem.</p>
<p>- <strong>O ser humano adora redes sociais</strong>: especialmente os brasileiros, uma vez que mais de 80% dos brasileiros, que se conectam a Internet, participam de algum tipo de rede social. Brasileiro gosta de conversar;</p>
<p>- <strong>A inovação aparece</strong>: o ambiente das redes sociais facilita o surgimento da diversidade de perspectivas e opiniões, condição essencial para surgimento da inovação;</p>
<p>- <strong>Quebra da barreira geográfica</strong>: você pode conversar com qualquer pessoa independente da localização geográfica em que ela esteja;</p>
<p>- <strong>Quebra da barreira hierarquia</strong>: talvez seja esse o maior temor de quem está no comando das empresas. Não existem escadinhas que deve ser escaladas para que as informações e as opiniões cheguem ao alto escalão da empresa. Isso é irreversível e incontrolável;</p>
<p>- <strong>Comunicação direta sem intermediários</strong>: comunicação sem filtros. Não existe mais aquela de que “Quem conta um conto aumenta um ponto”;</p>
<p>- <strong>Identidade pessoal</strong>: nas redes sociais, você tem a oportunidade de mostrar quem você é. Você pode expressar suas opiniões e suas crenças;</p>
<p>- <strong>Referências</strong>: é uma oportunidade de criar um grande conjunto de referências para posteriores consultas;</p>
<p>- <strong>Política de portas abertas</strong>: deixe a comunicação fluir livremente e você se surpreenderá com a capacidade de criar coletivamente de seus funcionários;</p>
<p>- <strong>Tecnologia simples e fácil</strong>: não é preciso ser um expert em tecnologia ou em construção de sites para você montar sua rede social. Existem ferramentas que auxiliam qualquer pessoa na criação de um blog, por exemplo.</p>
<p>Adotar redes sociais dentro das empresas potencializa a geração de inteligência coletiva dentro das empresas, além de descobrir pessoas talentosas, que ficam escondidas na imensidão dos cargos e departamentos das empresas, e facilita a identificação dos agentes de mudança dentro da empresa e que podem influenciar outras pessoas a se tornarem inovadoras. Aliás, Mauro apresentou o resultado de um estudo da universidade de Melbourne de que funcionários que utilizam redes sociais são 9% mais produtivos do que aqueles que não usam.</p>
<p>Com certeza, no século XXI o valor está no intangível.</p>
<p>Fonte: <a href="http://br.hsmglobal.com/editorias/10-razoes-para-adotar-redes-sociais-nas-empresas" target="_self">HSM</a></p>
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		<title>Cielo leva máquina de cartão de crédito a iPhone e iPad</title>
		<link>http://fox-one.com.br/blog/?p=136</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Dec 2010 20:15:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Novo aplicativo permite capturar pagamentos por cartão de crédito a partir dos aparelhos da Apple São Paulo – A Cielo anuncia oficialmente nesta quarta-feira (10) o lançamento de um aplicativo que transforma para iPhone, iPad e iPod touch em máquinas de cartão de crédito, capazes de realizar transações com clientes das bandeiras Visa, MasterCard e]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Novo aplicativo permite capturar pagamentos por cartão de crédito a partir dos aparelhos da Apple</p>
<p><span id="more-136"></span></p>
<p><a href="http://fox-one.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/size_590_cielo-iphone4.jpg"><img class="alignleft" title="size_590_cielo-iphone4" src="http://fox-one.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/size_590_cielo-iphone4-300x225.jpg" alt="" width="210" height="158" /></a>São Paulo – A Cielo anuncia oficialmente nesta quarta-feira (10) o lançamento de um aplicativo que transforma para iPhone, iPad e iPod touch em máquinas de cartão de crédito, capazes de realizar transações com clientes das bandeiras Visa, MasterCard e American Express. A aposta da empresa é atrair a participação principalmente de profissionais liberais, como médicos, dentistas, advogados e arquitetos, no mercado de cartões de crédito.</p>
<p>O aplicativo “Cielo” <a href="http://itunes.apple.com/br/app/cielo-mobile/id387244876" target="_blank">está disponível na App Store da Apple gratuitamente</a>, mas para utilizá-lo, o empresário ou profissional precisa se credenciar na Cielo. Uma tarifa mensal será cobrada pelo serviço – promocionalmente R$ 9,90 nos 12 primeiros meses, e R$ 19,90 a partir do 13º mês.</p>
<p>Depois disso, iPhones, iPads e iPods touch poderão ser usados para capturar pagamentos por meio da inserção do valor da venda, número de parcelas, número do cartão de crédito, data de validade e código de segurança. O aplicativo funciona por meio de redes de dados 3G/GPRS de qualquer operadora ou via Wi-Fi, já que os dados trafegam pela internet. Ao finalizar a venda, um comprovante da transação pode ser enviado por e-mail para o cliente.</p>
<p>A Cielo afirma que, assim como um terminal POS, a nova solução segue as regras estabelecidas pelo padrão PCI (Payment Card Industry), que prevê que os dados do pagamento sejam criptografados e que nenhuma informação do cartão fique armazenada nos aparelhos. O aplicativo é compatível com iPad, iPod touch e os modelos 3G, 3GS e 4 do iPhone, desde que o sistema operacional instalado seja o iOS 3.1 ou superior.</p>
<p>Atualmente a Cielo tem uma base de 1,2 milhão de estabelecimentos ativos e, segundo a consultoria estratégica Roland Berger, o público que tem potencial de aderir ao serviço de pagamento por meio dos aparelhos da Apple pode chegar a 3,8 milhões de pessoas. Mais informações estão disponíveis em <a href="http://www.cielo.com.br/portal/iphone/home.html" target="_blank">um hotsite criado pela companhia</a>.</p>
<p>Fonte: <a href="http://exame.abril.com.br/tecnologia/iphone/noticias/cielo-leva-maquina-de-cartao-de-credito-a-iphone-e-ipad?utm_source=twitterfeed&amp;utm_medium=twitter" target="_self">Exame</a></p>
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		<title>Apostadores podem jogar na mega-sena por SMS</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Nov 2010 00:36:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Uma rede de Casas Lotéricas de São Paulo está lançando neste mês um serviço chamado ‘Jogga’ que permite aos apostadores jogar pela mega-sena através de mensagens de texto pelo celular. O serviço foi desenvolvido pela Freeddom, empresa de soluções móveis, e está disponível apenas para quem é usuário das operadoras TIM e Claro. Mas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#160;</p>
<p>Uma rede de Casas Lotéricas de São Paulo está lançando neste mês um serviço chamado ‘Jogga’ que permite aos apostadores jogar pela mega-sena através de mensagens de texto pelo celular.</p>
<p>O serviço foi desenvolvido pela Freeddom, empresa de soluções móveis, e está disponível apenas para quem é usuário das operadoras TIM e Claro. Mas a empresa diz que já está trabalhando para oferecer o mesmo às outras operadoras até o fim do ano.</p>
<p>  <span id="more-132"></span>
<p><a href="http://fox-one.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/jogar_megasenna.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="jogar_megasenna" border="0" alt="jogar_megasenna" align="left" src="http://fox-one.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/jogar_megasenna_thumb.jpg" width="244" height="166" /></a></p>
<p>Para utilizar o serviço é necessário primeiramente se cadastrar no <a href="http://www.jogga.com.br/joggaserver/index.jsp">site da Jogga</a> e comprar créditos (o limite é de R$ 500). Se preferir o usuário pode se cadastrar pelo próprio celular enviando um SMS para o número 88000 com a palavra JOGGA seguido pelo número do CPF (com espaço entre as informações), mas os créditos só podem ser adquiridos pelo site.</p>
<p>Finalizado esse processo o apostador já está apto a jogar pelo celular. Então basta enviar um SMS para 88000 utilizando a palavra MEGA, seguido pelos números que deseja apostar (necessário dar espaço entre uma dezena e outra). O serviço aceita jogos com 6 a 15 dezenas, sendo que a aposta padrão de 6 números custará R$ 2,99 (em uma Casa Loteria essa aposta tem o valor de R$ 2).</p>
<p>Após enviar seu jogo, o serviço retorna com uma mensagem informando o código de confirmação fornecido pela Caixa Econômica Federal. Caso ganhe algum valor, o apostador pode solicitar créditos na conta virtual do serviço ou depósito em conta bancária vinculada ao número do CPF cadastrado.</p>
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		<title>Guerra entre Fring e Skype</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 14:31:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Todo mundo que tem um Smartphone com certeza conhece o aplicativo Fring, há tempos no mercado ele sempre inova, com ele é possível fazer ligações VOIP, bate papo entre inúmeros protocolos de messenger entre outras coisas. A maior novidade em suas última atualizações foi a possibilidade de fazer vídeo chamadas VOIP sem necessidade de operadora]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo mundo que tem um Smartphone com certeza conhece o aplicativo  Fring, há tempos no mercado ele sempre inova, com ele é possível fazer ligações VOIP, bate papo entre inúmeros protocolos de messenger entre outras coisas. <span id="more-116"></span><a href="http://fox-one.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/skype_blocks_fring-300x135.png"><img class="alignleft size-full wp-image-120" title="skype_blocks_fring-300x135" src="http://fox-one.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/skype_blocks_fring-300x135.png" alt="" width="300" height="135" /></a>A maior novidade em suas última atualizações foi a possibilidade de fazer vídeo chamadas VOIP sem necessidade de operadora ou 3G, o protocolo usado foi o do Skype, parceiro desde a primeira versão do Fring. A vídeo chamada foi introduzida primeiro nos Androids e Symbians e finalmente no mês passado chegou ao iPhone.</p>
<div id="_mcePaste">Imaginem a situação, com o Fring é possível fazer vídeo chamada para celulares com Symbian, Android, iPhone e ainda para PCs com Skype! com certeza alguém não ia gostar disso. A Apple com certeza não gostou disso, pois a sua vídeo chamada Face Time só funciona no iPhone 4 e somente entre iPhone e iPhone, devido a isso o Fring “precisou“  reduzir o suporte ao Skype, já que todo mundo resolveu fazer vídeo chamadas ao mesmo tempo.</div>
<div id="_mcePaste">Logo após isso o Fring soltou um comunicado no seu site dizendo que depois de quatro anos de parceria o Skype simplesmente forçou eles a encerrar a compatibilidade do Fring com os serviços do Skype e ainda ameaçou processar o Fring.</div>
<div id="_mcePaste">O Skype se defende dizendo que é tudo mentira do Fring, e ainda disseram que o Fring tem utilizado os serviços do Skype de forma errada e eles já tinham conversado com o pessoal do Fring por algum tempo para resolver o problema.</div>
<div id="_mcePaste">Resumindo a história: agora não é mais possível usar o Skype no Fring, como eles disseram, ele foi banido. Vídeo chamadas somente de Fring para Fring. Agora vamos analisar a situação de um outro modo: Fring e Skype vão perder com certeza, pois creio eu que a maioria dos usuários do Skype em Smartphones usam o Fring e o Nimbuzz, poucos utilizam o Skype nativo, e quem ganha com tudo isso? adivinhem? a Apple, pois isso com certeza aumentará a participação do Face Time pelos usuários de seus smartphones.</div>
<div id="_mcePaste">Será que tem um dedinho do Tio Jobs nessa briga?</div>
<p>Imaginem a situação, com o Fring é possível fazer vídeo chamada para celulares com Symbian, Android, iPhone e ainda para PCs com Skype! com certeza alguém não ia gostar disso. A Apple com certeza não gostou disso, pois a sua vídeo chamada Face Time só funciona no iPhone 4 e somente entre iPhone e iPhone, devido a isso o Fring “precisou“  reduzir o suporte ao Skype, já que todo mundo resolveu fazer vídeo chamadas ao mesmo tempo.<br />
Logo após isso o Fring soltou um comunicado no seu site dizendo que depois de quatro anos de parceria o Skype simplesmente forçou eles a encerrar a compatibilidade do Fring com os serviços do Skype e ainda ameaçou processar o Fring.<br />
O Skype se defende dizendo que é tudo mentira do Fring, e ainda disseram que o Fring tem utilizado os serviços do Skype de forma errada e eles já tinham conversado com o pessoal do Fring por algum tempo para resolver o problema.<br />
Resumindo a história: agora não é mais possível usar o Skype no Fring, como eles disseram, ele foi banido. Vídeo chamadas somente de Fring para Fring. Agora vamos analisar a situação de um outro modo: Fring e Skype vão perder com certeza, pois creio eu que a maioria dos usuários do Skype em Smartphones usam o Fring e o Nimbuzz, poucos utilizam o Skype nativo, e quem ganha com tudo isso? adivinhem? a Apple, pois isso com certeza aumentará a participação do Face Time pelos usuários de seus smartphones.<br />
Será que tem um dedinho do Tio Jobs nessa briga?</p>
<p><span style="color: #1c1c1c; font-family: Helvetica, 'Helvetica Neue', Arial, Geneva, 'MS Sans Serif', sans-serif;"><a style="color: #0071bb; text-decoration: none; float: none !important; padding: 0px; margin: 0px;" href="http://techcrunch.com/2010/07/12/fring-skype/" target="_blank">Tech Crunch</a></span></p>
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		<title>Robot Google</title>
		<link>http://fox-one.com.br/blog/?p=110</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 18:29:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Atualmente, a Google é a máquina de busca mais estudada e conhecida de todas. Duas são as razões principais para explicar esse fenômeno: 1) a Google é a máquina de busca mais utilizada do mundo (seja diretamente, em um dos sites da própria Google, seja indiretamente, em um dos vários sites que utilizam resultados fornecidos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente, a Google é a máquina de busca mais estudada e conhecida de todas. Duas são as razões principais para explicar esse fenômeno:<span id="more-110"></span></p>
<p>1) a Google é a máquina de busca mais utilizada do mundo (seja diretamente, em um dos sites da própria Google, seja indiretamente, em um dos vários sites que utilizam resultados fornecidos pela Google); por isso, ela atrai a atenção de todos os que se interessam por Search Engines<br />
2) por ter sido projetada e implementada no meio acadêmico (enquanto as outras desde cedo tomaram um rumo comercial), a Google teve vários documentos a respeito de sua estrutura divulgados. Mesmo nos dias atuais, em que a Google tornou-se mais orientada a lucro, é possível encontrar literatura técnica escrita por vários dos pesquisadores da Google (por exemplo, experimente fazer uma pesquisa por [Krishna Bharat]); embora não haja garantia de que esses trabalhos tenham sido efetivamente implementados, é provável que o algoritmo tenha incorporado ao menos algumas das novas propostas apresentadas pelos pesquisadores.</p>
<p><a href="http://fox-one.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/googlebot.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-111" title="googlebot" src="http://fox-one.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/googlebot-300x240.png" alt="" width="300" height="240" /></a></p>
<p>Tradução para o português de “A Anatomia de uma Máquina de Busca Hipertextual em Larga Escala”<br />
Aqui a Google nasceu para o mundo. Na conferência anual WWW de 1998, Sergey Brin e Lawrence Page, os fundadores da Google, apresentaram um trabalho relatando as características da Search Engine que haviam projetado. O paper foi separado em sete partes, seguindo a divisão do trabalho original. O trabalho inteiro é interessante, mas de particular importância são a Seção 2, em que os autores mencionam pela primeira vez o conceito de PageRank, e a Seção 4, em que fazem uma descrição detalhada da arquitetura geral da Google (que provavelmente sofreu poucas modificações desde então).</p>
<p>Esse documento é uma tradução do original em inglês The Anatomy of a Large-Scale Hypertextual Web Search Engine</p>
<p>The Anatomy of a Large-Scale Hypertextual Web Search Engine<br />
Sergey Brin and Lawrence Page<br />
{sergey, page}@cs.stanford.edu<br />
Computer Science Department, Stanford University, Stanford, CA 94305<br />
<strong>Resumo</strong></p>
<p>Nesse paper, apresentamos Google, um protótipo de uma máquina de busca em larga escala que faz uso intensivo da estrutura presente em hipertextos. Google é projetada para rastrear e indexar eficientemente a Web e produzir resultados mais satisfatórios do que sistemas existentes. Um protótipo com bancos de dados de textos completos e hiperlinks de pelo menos 24 milhões de páginas está disponível em /google.standford.edu<br />
Projetar uma máquina de busca é uma tarefa desafiante. Máquinas de busca indexam dezenas ou centenas de milhões de páginas web, contendo um número comparável de diferentes termos. Elas respondem a dezenas de milhões de pesquisas todos os dias. Apesar da importância de máquinas de busca em larga escala na internet, muito pouca pesquisa acadêmica tem sido feita a esse respeito. Além disso, por causa do rápido avanço da tecnologia e do crescimento acelerado da web, criar uma máquina de busca hoje é muito mais difícil do que três anos atrás. Esse paper fornece uma descrição detalhada de nossa máquina de busca de larga escala &#8211; a primeira descrição desse tipo de que se tem notícia até o presente.<br />
Além dos problemas de se adaptar as técnicas de pesquisa tradicionais a essas escalas gigantescas, existem outros desafios técnicos a serem enfrentados, referentes à utilização, para aprimoramento dos resultados, das informações adicionais presentes nos hipertextos.<br />
Outro problema abordado é como lidar com o fato de que novas informações, na forma de hipertexto, podem ser livremente publicadas por qualquer pessoa.</p>
<p><strong>Palavras-chave:</strong> World Wide Web, Search Engines, Information Retrieval, PageRank, Google</p>
<p><span style="color: #008000;">Características do sistema.<br />
A Google apresenta duas importantes características que a ajudam a produzir resultados de alta precisão. Em primeiro lugar, ela faz uso da estrutura de links da Web pra calcular uma medida de qualidade para cada página; essa medida é chamada PageRank, e está descrita com detalhes em [Page 98]. Em segundo lugar, a Google utiliza informações contidas em links para melhorar o resultado das pesquisas.<br />
2.1 PageRank: trazendo ordem para a Web<br />
O grafo de citações (links) da web é um recurso importante que tem sido pouco usado pelas máquinas de busca. Nós criamos alguns mapas que contêm 518 milhões de hiperlinks, uma amostra significativa do total. Esses mapas permitem um rápido cálculo do “PageRank” de páginas da web, uma medida objetiva de sua importância em citações, que guarda boa correlação com a idéia subjetiva que as pessoas têm de importância. Graças a essa correlação, PageRank é uma excelente maneira de priorizar os resultados de pesquisas por palavras-chave. Para temas populares, uma pesquisa que examina apenas os títulos das web pages retorna resultados admiráveis, quando os mesmos são ordenados por PageRank (demo disponível em google. stanford.edu). Para as pesquisas que avaliam todo o texto dos documentos, como ocorre no sistema principal da Google, PageRank também é de grande utilidade.<br />
2.1.1. Descrição do cálculo do PageRank<br />
A técnica acadêmica de citações literárias tem sido aplicada à web, principalmente por meio da contagem de citações (links) a uma determinada página; essa técnicao fornece uma aproximação da importância ou qualidade de uma página.<br />
PageRank é uma extensão dessa idéia, com algumas diferenças: os links não são considerados todos iguais; é feita uma normalização do número de links em cada página.<br />
PageRank é definido da seguinte forma:<br />
Assumimos que existam páginas T1, T2, …, Tn que contenham links apontando para a página A (ou seja, as páginas T fazem citações à página A). O parâmetro d é um fator redutor que pode assumir valores entre 0 e 1; nós usualmente estabelecemos d como 0.85 (há mais detalhes sobre d na próxima seção). C(A) representa o número de links que existem na página A. O PageRank da página A é dado pela expressão:<br />
PR(A) = (1-d) + d [PR(T1)/C(T1) + PR(T2)/C(T2) + ... + PR(Tn)/C(Tn)]<br />
Observe que os PageRanks formam uma distribuição de probabilidades através de páginas web; assim a soma dos PageRanks de todas as páginas web é igual a um.</span></p>
<p>PageRank ou PR(A) pode ser calculado utilizando-se um simples algoritmo iterativo, e corresponde ao eigenvector principal da matriz normalizada de links da web. Ademais, o PageRank de 26 milhões de páginas pode ser calculado em algumas horas, utilizando-se uma estação de trabalho de médio porte. Há muitos outros detalhes que estão além do escopo desse trabalho.</p>
<p><strong>2.2 Explicação intuitiva</strong><br />
PageRank pode ser interpretado como o modelo de comportamento de um usário. Nós supomos que existe um “usuário aleatório”, a quem se fornece uma página aleatório, a partir da qual ele clica aleatoriamente; tal usuário nunca clica o botão “back”, mas em algum momento ele se cansa do conteúdo da página que está visitando e requisita outra página aleatória. A probabilidade de que esse usuário aleatório visite determinada página é o PageRank dessa página. Além disso, o fator redutor d é a probabilidade, em cada página, de que o usuário aleatório se canse e requisite outra página aleatória.<br />
Uma variação importante é atribuir o fator d apenas a uma página, ou a um grupo de páginas. Isso permite personalização e torna quase impossível enganar deliberadamente o sistema, a fim de se conseguir maiores rankings. Há outras extensões de PageRank, ver [Page98].<br />
Outra explicação intuitiva é que uma página terá alto PageRank se houver muitas páginas apontando para ela, ou se houver algumas páginas de alto PageRank apontando para ela. Intuitivamente, é fácil aceitar que páginas que são freqüentemente citadas em muitos outros pontos da web são merecedoras de uma visita; por outro lado; se uma página não é de alta qualidade, ou se for um link quebrado, é pouco provável que a homepage do Yahoo! aponte para ela. PageRank trata essas duas situações, e todas as outras situações intermediárias, por meio da propagação recursiva de pesos através da estrutura de links da web.</p>
<p><strong>2.2 Texto âncora</strong><br />
O texto dos links é tratado de maneira especial pela nossa search engine. A maioria das máquinas de busca associa o texto de um link com a página que contém o link; nós, além de fazer isso, associamos o texto com a página para a qual o link aponta. Isso apresenta algumas vantagens. Âncoras, freqüentemente, fornecem uma descrição mais precisa de páginas web do que as próprias páginas. Além disso, âncoras podem existir para documentos que não podem indexadas por uma search engine baseada em texto, tais como imagens, programas e bancos de dados; torna-se possível assim retornar páginas que não foram de fatos rastreadas (crawled). Vale notar que páginas que não foram rastreadas podem causar problemas, já que sua validade nunca foi verificada, antes de serem retornadas para os usários; pode ocorrer, inclusive, que a search engine retorne uma página que nunca tenha existido, mas que tenha links apontando para ela (contudo, como é possível ordenar os resultados, esse problema raramente acontece).<br />
Essa idéia de propagação de texto-âncora à página à qual o link aponta foi implementada no World Wide Web Worm [McBryan 94], especialmente porque ela ajuda na pesquisa de informações não-textuais, e expande a cobertura da pesquisa a partir de um menor número de documentos baixados. Nós utilizamos texto-âncora principalmente para obter resultados de melhor qualidade. A utilização eficiente de textos-âncora é difícil, por causa das grandes quantidades de dados que vem ser processadas; em nossa amostra de 24 milhões de páginas, nós indexamos mais de 259 milhões de âncoras.</p>
<p>2.3 Outras peculiaridades<br />
Além de PageRank e do uso de texto âncora, Google apresenta outras diversas peculiaridades. Primeiramente, ela tem informação sobre a localização de todos os hits (Nota do Tradutor: um hit significa que uma palavra-chave foi identificada num documento) e, por isso, faz uso intensivo da proximidade de palavras-chave, ao realizar as pesquisas. Além disso, Google presta atenção a alguns detalhes visuais da apresentação, como tamanho das fontes; palavras escritas em fontes maiores ou com negritos têm um peso maior que outras palavras. Ademais, o inteiro teor das páginas HTML fica disponível em um repositório próprio.</p>
<p><strong>Google PageRank</strong><br />
Para se compreender o que é, e qual a importância do Pagerank, é necessário recordar um pouco da luta entre Search Engines e spammers que vem sendo travada desde que a internet tornou-se comercial.<br />
Já se tornara evidente que (as SERPs mostravam isso), se se deixasse a cargo dos webmasters a tarefa de determinar qual o assunto abordado nas páginas (ou seja, se o ranking fosse determinado apenas por fatores on page &#8211; da própria página), os spammers facilmente dominariam os resultados. A Altavista introduziu o conceito de link popularity, pelo qual a avaliação de uma página passaria a levar em conta também fatores off page: quanto mais links apontassem para uma determinada página, melhor seria sua pontuação; os spammers logo descobriram uma brecha: eles se reuniam em grupos, criavam links entre si, e inflavam artificialmente a popularidade de suas páginas.</p>
<p>A Google levou adiante a idéia de que fatores off page deveriam determinar a importância de uma página. Mas, em vez de contar tão somente o número de links (que pode ser facilmente inflado) como fez a Altavista, a Google teve a idéia de atribuir diferentes pesos a cada link; a importância de cada link seria proporcional à importância da página em que o link estivesse inserido; e a importância da página seria proporcional à quantidade e importância dos links que ela recebesse.<br />
A esse índice de importância de cada página foi dado o nome de PageRank, em homenagem a Larry Page, autor da idéia.<br />
Clique o link para ler o paper original sobre PageRank, em formato PDF. Veja mais comentários sobre o paper na seção Fundamentos Matemáticos do PageRank.</p>
<p>O único fator que aumenta o PageRank de uma página são os links que apontam para ela, bem como o PageRank da página que contém o link; de acordo com a fórmula original, o PageRank de uma página é, após um desconto (se uma página tem 100 pontos de PageRank, apenas, digamos, 85 poderiam ser repassados), dividido igualmente entre todas as páginas linkadas na página.<br />
Observe que uma página não perde seu PageRank, independente de quantos links contenha. O PageRank pode ser comparado a uma “capacidade de voto”: quanto maior o PR de uma página, mais PR ela pode passar (maior será o PR das páginas linkadas); essa “capacidade de voto” é conquistada, ela também, por meio de votações de outros sites: a única maneira de se incrementar o próprio PR é conseguindo contribuições de PRs de outros sites.</p>
<p>Note que o cálculo de PageRank é recursivo: para saber meu PR, eu tenho que saber o PR das páginas que linkam para mim; mas o PR dessas outras páginas depende do meu próprio PR, já que eu posso ter links diretos ou indiretos para elas. O cálculo do PageRank é extremamente trabalhoso; leia mais sobre o cálculo do PageRank no link acima indicado de Fundamentos Matemáticos do PageRank.</p>
<p>A importância do PR decorre de sua aplicação (e por muito tempo somente a Google pôde fazer isso) no rankeamento de páginas. Comparemos as situações:<br />
Antes do PR: para uma pesquisa por [palavra], a SE selecionava mil páginas que contivessem [palavra]; a SE levava então em conta fatores on page, tais como presença da palavra no título, presença da palavra em headers, contagem do número de palavras na página, posição das palavras no texto, etc., e atribuía a cada página uma pontuação. No caso da Altavista, essa pontuação poderia ser corrigida por um fator proporcional à link popularity, mas, como vimos, com o tempo esse fator tornou-se manipulável. Ao fim desse cálculo, a SE retornava para o usário aquelas mil páginas, em ordem decrescente de pontuação.<br />
Com o PR: para a mesma pesquisa por [palavra], a Google, por hipótese, selecionaria as mesmas mil páginas (na prática, isso não ocorre); aplicaria os mesmos critérios para obter pontuações on page. A diferença é que essas pontuações seriam ao final corrigidas pelo PageRank: uma página de alto PageRank (ou seja, de alto conceito dentro da web) poderia ultrapassar várias outras que tivessem uma pontuação maior.<br />
Obviamente, esse ordenamento depende de muitos outros fatores (no caso da Google, é certo que os textos âncoras apontando para as páginas têm grande peso no ordenamento); é óbvio também que a Google pode alterar os pesos dos fatores (inclusive e principalmente o peso do PageRank) conforme achar conveniente.</p>
<p>O fato é que o PageRank foi o principal fator do sucesso da Google. A Google tornou-se o que é hoje porque seus resultados agradavam os usuários; agradavam porque eram mais relevantes; e eram mais relevantes muito por causa do PageRank. Embora tenha certamente passado por muitos ajustes, até hoje, segundo a própria Google, “the heart of our software is PageRank” (o coração do software da Google é o PageRank).<br />
Atualização de PageRank e Rankings<br />
<strong>Breve Histórico</strong><br />
Até o final de 2002, as atualizações ocorriam da seguinte maneira:<br />
Por um período de aproximadamente um mês, a Google soltava os googlebots na web; os bots coletavam novas páginas e novos links; todas as informações eram armazenadas nos servidores.<br />
Ao final do ciclo, a Google reunia todas as informações e reconstruía completamente seus índices; novas páginas eram adicionadas, e todos os links eram levados em conta no cômputo do novo PageRank; uma vez concluídos os cálculos, o PageRank era atualizado e os rankings refletiam os novos índices.<br />
Essa troca de índices era chamada de Google Dance. Era um dia aguardado por webmasters, que ansiavam por ver o resultado de seus trabalhos; após a dança, os resultados permaneciam quase estáticos até que o próximo ciclo se completasse. Uma tradição iniciada na Webmasterworld fez com que cada dança tivesse um nome de mulher, em ordem alfabética (tal qual os furacões). Veja aqui uma tabela com as datas das Google Dances; observe que a lista vai apenas até novembro de 2003.</p>
<p>A partir de 2002, a Google introduziu um novo robot, chamado freshbot. Enquanto a googlebot buscava dados para a atualização mensal, o freshbot ia atrás de informações recentes, em páginas e sites atualizados com maior freqüência. A função do freshbot era fazer pequenas alterações no índice e nos rankings, enquanto não se efetuava o recálculo mensal do PageRank.<br />
Por ocasião da dança mensal, as mudanças já não eram tão bruscas, já que o freshbot já havia antecipado algumas alterações nos índices. Com o passar do tempo, o freshbot ficou cada vez mais ativo: as mudanças diárias no índice passaram a ser mais freqüentes e de maior impacto, reduzindo assim cada vez mais o impacto causado pela dança mensal.<br />
Nota: os nomes dos User Agents dos bots da google eram os mesmos: googlebot; a única maneira de diferenciar o googlebot do freshbot é por meio dos respectivos IPs. Até hoje, parece existir diferentes tipos de googlebots; alguns têm nomes distintos (como o bot da Adsense, chamado Media-partners bot), outros são diferenciáveis apenas pela classe de IPs.</p>
<p>Reconhecendo a existência de deficiências no antigo algoritmo de PageRank, a Google, em novembro de 2003, num episódio que tornou-se conhecido como Update Florida, promoveu várias alterações na maneira como os resultados são apresentados aos usuários.<br />
Entre as ações adotadas pela Google para evitar a manipulação dos rankings, incluiu-se justamente uma intensificação da ação dos freshbots, que praticamente assumiram o papel dos antigos googlebots. Isso quer dizer que os freshbots não apenas buscavam páginas recentes, com o propósito apenas de refinar os rankings, até a próxima dança; agora, os freshbots parecem ter o poder de dar um ranking permanente às páginas e links que encontram.<br />
Com isso, a Google atingiu dois objetivos. Primeiro, consegue manter um índice permanentemente mais atualizado, o que agrada os usuários e era, desde o princípio, o objetivo dos freshbots. Segundo, ficou mais difícil para webmasters observar o efeito de suas técnicas (leia-se: tentativas de subir no ranking): anteriormente, como a atualização era mensal, os resultados de técnicas adotadas durante todo um mês apenas se refletiam ao final de cada ciclo, e portanto eram facilmente identificáveis e mensuráveis; agora, como as atualizações são praticamente diárias, é muito mais difícil saber quais técnicas deram resultado, quanto tempo demorou, etc. Ficou mais difícil manipular os resultados.</p>
<p><strong>Dias Atuais</strong><br />
Atualização de PageRank: o valor de PR exibido ao público é atualizado muito pouco freqüentemente; houve uma atualização em outubro de 2004, após um período de aproximadamente três meses. Note, entretanto, que o PageRank atual, utilizado na determinação dos posicionamentos, é provavelmente atualizado com muito mais freqüência. Essa foi uma das medidas tomadas pela Google para combater spammers a partir da Update Florida.<br />
Atualização dos rankings: o posicionamento dos sites nos rankings é alterado constantemente. Páginas podem subir e descer a cada vez que uma pesquisa é feita; novas páginas são introduzidas constantemente.<br />
Observe, entretanto, que embora os rankings se alterem todos os dias, não há forma clara de se determinar quanto tempo uma alteração em sua página se refletirá em uma alteração no ranking (ou, de maneira inversa: se seu posicionamento se alterou hoje, não há como saber quando foram feitas as modificações que deram ensejo à alteração).<br />
Igualmente, embora todos os dias surjam novas páginas nas SERPs, não há como determinar quanto tempo levará para que uma nova página específica seja mostrada. É certo, entretanto, que para ser introduzida no índice, a página deve ser visitada pela googlebot; e há consenso de que as chances de uma visita da googlebot são proporcionais ao PageRank da página antiga onde houve um link para a página nova.</p>
<p><strong>A Google contra-ataca</strong><br />
Por volta de outubro de 2003, o quadro na indústria de SEO era o seguinte: para melhorar o ranking de meu site sobre venda de canetas, eu vou àquele site que fala de borboletas africanas, com várias páginas com PR7, e compro alguns links por algumas centenas ou milhares de dólares. Após alguns dias, meu site vai para a primeira página da Google. O comprador de links está feliz, o vendedor está feliz, e tudo segue adiante.<br />
A Google, porém, não estava satisfeita. E demonstrou isso em novembro de 2003: na sua (então mensal) atualização do índice, grandes mudanças aconteceram; ficou evidente que a Google havia feito uma enorme mudança no algoritmo; diversas teorias conspiratórias surgiram (a mais citada: a Google havia rebaixado o ranking de vários sites comerciais às vésperas do Natal, no intuito de que eles passassem a pagar por AdWords). Leia uma das mais longas threads de Webmasterworld.com: the Florida Update.</p>
<p><strong>O que a Google fez?</strong></p>
<p>É evidente que houve bruscas alterações no algoritmo.<br />
Em primeiro lugar, reconhecendo que PageRank agora podia ser comprado, a Google retirou muito do seu peso. Sites com PR6 e PR7 que ocupavam o topo do ranking perderam seus lugares para sites com PR5, 4 e 3; além disso, se antes havia grande semelhança entre resultados nas SERPs e resultados em allinanchor: , agora, passou a haver muitas discrepâncias. (Nota: as opiniões sobre a importância atual do PageRank variam muito; alguns dizem que “PR não vale mais nada”, enquanto no outro oposto se diz que “PR é tão importante quanto antes”; a maioria das opiniões, entretanto, é no sentido de que houve diminuição no peso do PageRank, mas ele continua sendo o mais importante dos critérios de rankeamento.)<br />
Várias outras alterações podem ter sido efetuadas; algumas de pequena monta, como, por exemplo mudanças no peso dado a cabeçalhos (h1, h2, etc), uso de fontes em negrito ou itálicas, etc.<br />
Outras alterações, entretanto, podem ter sido mais radicais. Tornaram-se mais consistentes os rumores de que a Google introduziu o algoritmo Hilltop; outros webmasters viram evidências nas SERPs de que a Google estaria fazendo uso mais extensivo de análise de semântica para melhor classificar as páginas.<br />
Evidentemente, a Google não se manifestou sobre o assunto.</p>
<p>Além de alterar o algoritmo, a Google restringiu a quantidade de informações passadas aos webmasters.<br />
O PageRank gráfico, ou TBPR &#8211; Toolbar PageRank (exibido por meio da Google Toolbar passou a ser atualizado com muito menos freqüência. Em lugar das tradicionais atualizações mensais, a Google passou a fazer atualizações cada vez mais espaçadas; houve uma atualização geral em julho de 2004, e a seguinte veio apenas em outubro de 2004.<br />
Vários webmasters reportaram que o valor do TBPR apresentado era errático. Por exemplo, páginas com PR7 passaram a PR4 ou 5, mesmo tendo havendo aumento no número de backlinks. Com isso, aumentou o número de casos em que sites de menor PR batiam sites de alto PR, mesmo para termos muitos competitivos.<br />
Alguns sites perderam a capacidade de repassar PageRank. Sites de alto PR que vendiam “espaço publicitário” de repente não transmitiam mais PageRank; se anteriormente um link nessas páginas garantia alto PR, agora pouco ou nenhum efeito era notado, nem no valor do TBPR, nem no posicionamento nos rankings.<br />
A Google passou a mascarar os backlinks de cada página. Uma pesquisa com o comando link:URI costumava retornar os links mais relevantes para a página, o que facilitava o trabalho de webmasters que estavam em busca de links; após a mudança (e até hoje), o comando parece retornar um sub-conjunto aleatório de backlinks. Além disso, tal qual ocorreu com o TBPR, as atualizações dos backlinks tornaram-se menos freqüentes.<br />
Todas essas alterações tiveram o mesmo objetivo: dificultar a ação daqueles que procuram encontrar links a fim de melhorar o PageRank. Antes das alterações, era fácil encontrar as páginas de alto PR, descobrir quais links apontavam para elas, e tentar obter os mesmos links. Após essas alterações, o valor do PR exibido não é confiável, e a relação de links é aleatória; é muito mais difícil descobrir onde tentar obter um link.</p>
<p>Resultado: hoje, é muito mais difícil conseguir os links necessários para levar uma página ao topo do ranking.</p>
<p><strong>Deficiências do PageRank</strong><br />
Apesar de ter colocado a Google em vantagem em relação às demais Search Engines, o algoritmo do PageRank tem algumas deficiências.<br />
Na Seção 6.1 do documento original sobre PageRank, Sergei e Larry escreveram:</p>
<p>“Esses tipos de PageRank personalizados são virtualmente imunes a manipulações movidas por interesses comerciais. Para uma página conseguir um alto PageRank, ela deve convencer uma página importante, ou uma porção de páginas sem importância, a linkar para ela. No pior caso, poderemos ter manipulação na forma de compra de publicidade (links) em sites importantes. Mas isso parece estar sob controle, já que custa dinheiro…”<br />
Eles estavam errados.</p>
<p>Em primeiro lugar, deve-se mencionar que o algoritmo tinha uma deficiência desde a origem: o PageRank era passado de página a página, independente do conteúdo das mesmas. Isso significa que um link da homepage da NASA transferia a mesma quantidade de PageRank, quer o link apontasse para um site sobre astronáutica (tópico correlato ao da página da NASA), quer o link apontasse para um site sobre filmes dos anos 50 na Chechênia. Assim, uma pessoa procurando aumentar seu PageRank tinha apenas que conseguir links em outras páginas de alto PR, sem se importar com o tópico das mesmas.<br />
A título de curiosidade: por volta da mesma época em que Page imaginou o PageRank, outro pesquisador chamado J. Kleinberg estava desenvolvendo um trabalho chamado Authoritative Sources in a Hyperlinked Environment (fontes que sejam autoridade em ambientes de hiperlinks), que também analisava a estrutura de links para atribuir índices de relevância a cada página; a diferença era que, para calcular o “PageRank” de uma página, o algoritmo de Kleinberg considerava apenas os links contidos em páginas cujo tópico fosse similar ao da página sob análise.<br />
O problema dessa técnica é que o grafo a ser analisado depende da [palavra-chave], e portanto deve ser montado em tempo real, para cada pesquisa; o projeto, que recebeu o nome HITS, não foi adiante porque não havia recursos tecnológicos suficientes para torná-lo comercialmente viável. Entretanto, alguns anos depois, a patente da HITs foi adquirida pela Teoma. Leia mais sobre Teoma e AskJeeves.</p>
<p>As pessoas aproveitaram-se da deficiência do algo do PageRank acima mencionada para manipularem seus rankings; na verdade, pode-se dizer que a Google foi vítima do seu próprio sucesso.<br />
Antes da Google, a compra de espaço publicitário (links de texto ou banners) era comum, mas o principal objetivo do comprador era conseguir tráfego; ninguém se importava com PageRank.<br />
Após seu explosivo crescimento, todos queriam ter bons rankings na Google. Com o tempo, ficou evidente que havia grande correlação entre o posicionamento de uma página no ranking e seu PageRank; mais e mais pessoas aprenderam que, para aumentar seu PageRank, a maneira mais fácil era obter links em outras páginas de alto PageRank.<br />
Em pouco tempo, PageRank virou uma commodity. Webmasters compravam links interessados apenas no PageRank, e não na quantidade ou qualidade do tráfego que receberiam. Os links, que deveriam funcionar como meio de acesso a outras fontes interessantes de informação (esse era o espírito original do PageRank) passaram a ser objeto de compra e venda.</p>
<p>É bem verdade que muitos (a maioria) dos grandes sites não se envolveu nesse comércio de PageRank. Os .edus, .govs, as grandes corporações continuaram sua vida normalmente.<br />
Entretanto, alguns grupos de sites rapidamente aderiram ao comércio de PageRank. Por exemplo, alguns grandes sites de alto PageRank que desde sempre venderam links, agora podiam inserir mais links em mais páginas, por um preço muito maior; um exemplo desse tipo de site é foxnews.com. Outros sites que se beneficiaram foram aqueles que, ao longo dos anos, publicaram informações úteis e relevantes, conquistaram merecidamente vários links, e subitamente viram-se detentores de uma mercadoria relevante chamada PageRank (vários sites na geocities enquadram-se aqui); muitas pessoas que nunca pensaram em ter qualquer retorno financeiro de seus sites informativos agora podiam faturar um bom dinheiro, vendendo PageRank.<br />
Um caso que ficou notório foi o da searchking.com. Esse site atingiu PR7 em sua homepage, tinha excelentes rankings, e abertamente anunciava a venda de links, como forma de se conseguir PageRank e melhores rankings. A Google alterou o PR da SearchKing, que viu seu tráfego encolher. A SearchKing iniciou um processo judicial contra a Google &#8211; mas não ganhou; leia sobre o caso SearchKing (siga os links no pé da página).</p>
<p>O fato é que estava ficando cada vez mais claro que a Google precisava fazer correções no seu algoritmo.Conquistando PageRank<br />
Existe apenas uma maneira de se conseguir PageRank: por meio de links para sua página, os quais devem estar inseridos em páginas com algum PageRank e devem ser reconhecidos pelo bot. Tanto mais PageRank será transferido, quanto maior for o PageRank da página que contém o link e quanto menor for o número total de links na página.<br />
Lembre-se de que PR é atribuída a cada página, e não a cada site. Costuma ocorrer que a homepage tenha PageRank maior que as páginas internas. Pode acontecer que a homepage tenha PR8, e que a página de links (onde seu link será inserido) tenha PR0, por ter tido seu acesso bloqueado aos bots.<br />
Para se assegurar de que o link será reconhecido, procure usar a forma<br />
a href=”w.seudominio.com”.<br />
Links codificados em javascript em geral não são reconhecidos.<br />
Links que fazem acesso a bancos de dados podem ou não ser reconhecidos. Um link to tipo<br />
a href=”w.outrodominio.com/?cid=200 (o número 200 faz referência a um registro em um banco de dados, onde estão armazenadas informações sobre o site a ser acessado, incluindo a URI) certamente não transferirá PageRank, pois o bot não consegue saber qual URI está sendo linkada.<br />
Um link como a href=”h.outrodominio.com/?sw.seudominio.com&amp;p=20&amp;q=X pode ou não ser reconhecido, dependendo: do PageRank da página em que o link está inserido; do número de parâmetros da URI.</p>
<p>A melhor forma, portanto, de se angariar PageRank é conseguir links em páginas com o mais alto PR possível e o menor número de links possível.<br />
Lembre-se de que, como o montante de PageRank aumenta exponencialmente, uma página com PR4 tem muito mais que o dobro de PageRank de uma página PR2.</p>
<p><strong>Links internos</strong><br />
O projeto original da Google não fazia, para cálculo do PageRank, nenhuma distinção entre links internos (que apontam para páginas dentro do mesmo domínio) e externos (que apontam para páginas em outros domínios). Assim, se a Página A contiver um link para a Página B de um mesmo domínio, a Página B estará recebendo PageRank da Página A; ainda, se a Página B contiver um link para a mesma Página A, essa estará tendo também um incremento de PageRank.<br />
Isso quer dizer que uma outra maneira de se aumentar o PageRank total de um domínio é através da adição de novas páginas; os links que apontam para uma nova página transferem-lhe PageRank, que pode ser repassado para as páginas antigas.</p>
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		<title>Por que o Yahoo! perdeu para o Google</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Aug 2010 00:55:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No fim dos anos 90, o Yahoo! tinha a faca e o queijo na mão. Apesar de ser um dos buscadores mais utilizados do planeta, viu o Google surgir e superá-lo. O que houve? O assunto é tema de um texto publicado nesta semana por Paul Graham, programador que criou a Viaweb, empresa responsável pela]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No fim dos anos 90, o Yahoo! tinha a faca e o queijo na mão. Apesar de ser um dos buscadores mais utilizados do planeta, viu o Google surgir e superá-lo. O que houve?</p>
<p><span id="more-103"></span></p>
<div id="_mcePaste"><a href="http://fox-one.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/yahoo-logo.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-104" title="yahoo-logo" src="http://fox-one.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/yahoo-logo-300x182.jpg" alt="" width="300" height="182" /></a>O assunto é tema de um texto publicado nesta semana por Paul Graham, programador que criou a Viaweb, empresa responsável pela primeira aplicação web da história – um comparativo automático de preços. Ele contou o que ocorreu desde que sua companhia foi adquirida pelo então gigante das buscas, em 1998. “Os problemas que atingem o Yahoo! começaram há muito tempo, praticamente no início da empresa”, escreveu.</div>
<div id="_mcePaste">No seu primeiro encontro com Jerry Yang, por exemplo, Graham queria discutir uma nova tecnologia, a Revenue Loop (isso foi antes mesmo de a compra acontecer). “Era como o algoritmo que o Google usa hoje para ordenar anúncios”, disse. Yang, porém, não deu a menor bola. “Só descobri a resposta depois, quando fui trabalhar lá. A razão pela qual o Yahoo! não se importava com uma técnica que extraía todo o valor monetário do tráfego é que os anunciantes já pagavam muito mais do que isso.” Rios de dinheiro entravam na empresa.</div>
<div id="_mcePaste">Agora vem a parte engraçada: “Me lembro de dizer a David Filo, entre o fim de 1998 e início de 1999, que o Yahoo! deveria comprar o Google, porque eu e a maioria dos outros programadores da companhia o usávamos em vez do Yahoo!. Ele me respondeu que não era algo com que deveríamos nos preocupar. As buscas representavam 6% do nosso tráfego, e estávamos crescendo 10% por mês. Não precisávamos fazer melhor.” Graham não joga a culpa nos seus superiores. Ele mesmo admite que, na época, não sabia o quanto o tráfego de buscas era valioso.</div>
<div id="_mcePaste">Outro grande problema foi a cultura da empresa, que não se via como uma companhia de tecnologia. O pessoal costumava dizer que era uma empresa de mídia – em parte, até como uma maneira de não invadir o pedaço da Microsoft e ter de competir contra Redmond, segundo Graham. Sem saber para que lado ir, o Yahoo! optou por não levar a programação muito a sério. E, sem inovar, deu no que deu. Bing! A íntegra do artigo “What happened to Yahoo” está disponível no site de Graham.</div>
<p>O assunto é tema de um texto publicado nesta semana por Paul Graham, programador que criou a Viaweb, empresa responsável pela primeira aplicação web da história – um comparativo automático de preços. Ele contou o que ocorreu desde que sua companhia foi adquirida pelo então gigante das buscas, em 1998. “Os problemas que atingem o Yahoo! começaram há muito tempo, praticamente no início da empresa”, escreveu.<br />
No seu primeiro encontro com Jerry Yang, por exemplo, Graham queria discutir uma nova tecnologia, a Revenue Loop (isso foi antes mesmo de a compra acontecer). “Era como o algoritmo que o Google usa hoje para ordenar anúncios”, disse. Yang, porém, não deu a menor bola. “Só descobri a resposta depois, quando fui trabalhar lá. A razão pela qual o Yahoo! não se importava com uma técnica que extraía todo o valor monetário do tráfego é que os anunciantes já pagavam muito mais do que isso.” Rios de dinheiro entravam na empresa.<br />
Agora vem a parte engraçada: “Me lembro de dizer a David Filo, entre o fim de 1998 e início de 1999, que o Yahoo! deveria comprar o Google, porque eu e a maioria dos outros programadores da companhia o usávamos em vez do Yahoo!. Ele me respondeu que não era algo com que deveríamos nos preocupar. As buscas representavam 6% do nosso tráfego, e estávamos crescendo 10% por mês. Não precisávamos fazer melhor.” Graham não joga a culpa nos seus superiores. Ele mesmo admite que, na época, não sabia o quanto o tráfego de buscas era valioso.<br />
Outro grande problema foi a cultura da empresa, que não se via como uma companhia de tecnologia. O pessoal costumava dizer que era uma empresa de mídia – em parte, até como uma maneira de não invadir o pedaço da Microsoft e ter de competir contra Redmond, segundo Graham. Sem saber para que lado ir, o Yahoo! optou por não levar a programação muito a sério. E, sem inovar, deu no que deu. Bing! A íntegra do artigo “What happened to Yahoo” está disponível no site de Graham.</p>
<p><strong>Fonte</strong>: Info</p>
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